MKT

October 30, 2006

Grupo IX

Filed under: Extra-Aula

O grupo IX do G1NA foram dividido em dois grupos, sendo que vão ser apresentados dois trabalhos sobre os mesmos texto e sobre a mesma temática.
O grupo, anteriormente composto por João, António, Tiago, Madalena, Miguel, Marilia(em CIM, FGST e IMP) e Carla , foi dividido em dois grupos compostos por:
Grupo IX: João, Madalena, Tiago e António
Grupo sem Nome: Carla, Miguel e Marilia.

 

I bid you farewell

October 25, 2006

Filed under: Extra-Aula

Portugal vale a pena"

Eu conheço um país que tem uma das mais baixas taxas de mortalidade de

recém-nascidos do mundo, melhor que a média da União Europeia.

Eu conheço um país onde tem sede uma empresa que é líder mundial de

tecnologia de transformadores.

Mas onde outra é líder mundial na produção de feltros para chapéus. Eu

conheço um país que tem uma empresa que inventa jogos para telemóveis e os

vende para mais de meia centena de mercados.

E que tem também outra empresa que concebeu um sistema através do qual você

pode escolher, pelo seu telemóvel, a sala de cinema onde quer ir, o filme

que quer ver e a cadeira onde se quer sentar.

Eu conheço um país que inventou um sistema biométrico de pagamentos nas

bombas de gasolina e uma bilha de gás muito leve que já ganhou vários

prémios internacionais.

E que tem um dos melhores sistemas de Multibanco a nível mundial, onde se

fazem operações que não é possível fazer na Alemanha, Inglaterra ou Estados

Unidos. Que fez mesmo uma revolução no sistema financeiro e tem as melhores

agências bancárias da Europa (três bancos nos cinco primeiros).

Eu conheço um país que está avançadíssimo na investigação da produção de

energia através das ondas do mar. E que tem uma empresa que analisa o ADN de

plantas e animais e envia os resultados para os clientes de toda a Europa

por via informática.

Eu conheço um país que tem um conjunto de empresas que desenvolveram

sistemas de gestão inovadores de clientes e de stocks, dirigidos a pequenas

e médias empresas.

Eu conheço um país que conta com várias empresas a trabalhar para a NASA ou

para outros clientes internacionais com o mesmo grau de exigência. Ou que

desenvolveu um sistema muito cómodo de passar nas portagens das

auto-estradas. Ou que vai lançar um medicamento anti-epiléptico no mercado

mundial. Ou que é líder mundial na produção de rolhas de cortiça. Ou que

produz um vinho que "bateu" em duas provas vários dos melhores vinhos

espanhóis.

E que conta já com um núcleo de várias empresas a trabalhar para a Agência

Espacial Europeia. Ou que inventou e desenvolveu o melhor sistema mundial de

pagamentos de cartões pré-pagos para telemóveis. E que está a construir ou

já construiu um conjunto de projectos hoteleiros de excelente qualidade um

pouco por todo o mundo.

O leitor, possivelmente, não reconhece neste País aquele em que vive - Portugal.

Mas é verdade. Tudo o que leu acima foi feito por empresas fundadas por

portugueses, desenvolvidas por portugueses, dirigidas por portugueses, com

sede em Portugal, que funcionam com técnicos e trabalhadores portugueses.

Chamam-se, por ordem, Efacec, Fepsa, Ydreams, Mobycomp, GALP, SIBS, BPI,

BCP, Totta, BES, CGD, Stab Vida, Altitude Software, Primavera Software,

Critical Software, Out Systems, WeDo, Brisa, Bial, Grupo Amorim, Quinta do

Monte d’Oiro, Activespace Technologies, Deimos Engenharia, Lusospace,

Skysoft, Space Services. E, obviamente, Portugal Telecom Inovação. Mas

também dos grupos Pestana, Vila Galé, Porto Bay, BES Turismo e Amorim

Turismo.

E depois há ainda grandes empresas multinacionais instaladas no País, mas

dirigidas por portugueses, trabalhando com técnicos portugueses, que há anos

e anos obtêm grande sucesso junto das casas mãe, como a Siemens Portugal,

Bosch, Vulcano, Alcatel, BP Portugal, McDonalds (que desenvolveu em Portugal

um sistema em tempo real que permite saber quantas refeições e de que tipo

são vendidas em cada estabelecimento da cadeia norte-americana).

É este o País em que também vivemos.

É este o País de sucesso que convive com o País estatisticamente sempre na

cauda da Europa, sempre com péssimos índices na educação, e com problemas na

saúde, no ambiente, etc.

Mas nós só falamos do País que está mal. Daquele que não acompanhou o

progresso. Do que se atrasou em relação à média europeia.

Está na altura de olharmos para o que de muito bom temos feito. De nos

orgulharmos disso. De mostrarmos ao mundo os nossos sucessos - e não

invariavelmente o que não corre bem, acompanhado por uma fotografia de uma

velhinha vestida de preto, puxando pela arreata um burro que, por sua vez,

puxa uma carroça cheia de palha. E ao mostrarmos ao mundo os nossos

sucessos, não só futebolísticos, colocamo-nos também na situação de levar

muitos outros portugueses a tentarem replicar o que de bom se tem feito.

Porque, na verdade, se os maus exemplos são imitados, porque não hão-de os

bons serem também seguidos?

e ….

http://www.chipidea.pt/website/news/…sion.do?id=588

http://www.europes500.com/pages2/results.htm#comcount

 

Por: Bruno Marques

October 24, 2006

Trabalho IMP 1º

Filed under: IMP

emoticonPesquisa na web sobre as seguintes questões?

1. O que são trabalhos de investigação

2. Para que servem

1ª PESQUISA: http://pt.wikipedia.org /wiki/Pesquisa_de_mercado

 2ª PESQUISA (complementar): Http://web.letras.up.pt/meirinhos/filomed/Trabalhos.htm

RESPOSTAS

1. Depreendemos como investigação o método usado para uma tomada de decisão. Investigação reúne diferentes processos: planeamento; recolha de dados, análise dos dados e comunicação de informação. Busca de informação.

 2. tomada de decisão; melhoria de produto, detectar oportunidades de mercado, melhorar conhecimento dos nossos consumidores e da concorrência. Melhorar a penetração do produto no mercado alvo.

Tipos de métodos de pesquisa de mercado

Filed under: IMP

Metodologicamente, a pesquisa de mercado faz uso dos seguintes quatro tipos de métodos:

  • Pesquisa de mercado quantitativa - geralmente usada para tirar conclusões - testa uma hipótese específica - usa técnicas de amostra por forma a poder fazer inferências a partir da amostra para a totalidade da população. Envolve um grande número de respondentes. Exemplos: Inquéritos estatísticos e questionários.
  • Técnicas de observação - o pesquisador observa o fenómeno social no seu ambiente natural. As observações podem ocorrer transversalmente (observações feitas de uma vez) ou longitudinalmente (observações ocorrem ao longo de determinados períodos). Exemplos são a análise do uso de produtos e a utilização de cookies para observar comportamento na internet.
  • Técnicas experimentais - o pesquisador cria um ambiente quase-artificial para tentar controlar factores espúrios e depois manipula pelo menos uma das variáveis. Exemplos são laboratórios de compra e testes de mercado

Muitas vezes os pesquisadores usam mais do que uma técnica. Eles podem começar com pesquisa secundária para obter informação básica e depois conduzir um focus group (pesquisa de mercado qualitativa) para explorar os assuntos. Finalmente eles podem fazer um inquérito a nível nacional (pesquisa de mercado quantitativa) por forma a orientar recomendações específicas para o cliente.

October 20, 2006

Vencer!

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Existem igualmente alguns temas que irá ouvir várias vezes: a equipa com os "melhores jogadores" é a que vence, por isso descubra-os e mantenha-os; não pense demasiado nas coisas, a ponto de cair na falta de acção; independentemente da área de negócio em que estiver, partilhe a aprendizagem de forma inflexivél: tenha uma atitude positiva e contagie os outros; nunca permita que se torne uma vítima; e, por favor  - divirta-se.

Sim, divirta-se.

O negócio é um jogo e vencer esse jogo é uma grande festa!´

Retirado de: Vencer de Jack Welch e Susan Welch

Turma 2

Filed under: Extra-Aula

Mas não agradeço aos meus colegas de turma por não comentarem!

CONTA PARA A NOTA OK? VOU TER QUE COMENTAR A MIM PRÒPRIO?

emoticon

Turma

Filed under: Extra-Aula

Agradeça à sra. Gorete Ferreira e ao sr. F. Faria por terem resolvido o facto de eu estar na turma G1NB na Web mas pertencer a G1NA.

Alivio emoticon

Prestige comércio automóvel

Ponto 1

 

A comunicaçao desta empresa é uma comunicaçao sectoriada e vertical.

Ela respeita um organigrama, cada sector de actividade tem um responsavel que responde a um único superior.

Cada responsável comunica com os seus subordinados, recolhendo deles toda a informação, boa ou má que ocorre nos seus sectores.

Responde ás fichas de qualidade que existem nas areas de serviço abertas aos clientes para que estes possam fazer sugestões ou mesmo reclamações.

A comunicaçao efectuada entre responsável e subordinado é feita através de ficha de comunicaçao e relatorios diarios e autenticados pelos entrevenientes.

Depois de toda a informação reunida pelos responsaveis ela é diferida ao superior único atraves dos suportes intranet, mail e as reunioes diarias.

A resolução de problemas é analisada nas duas reuniões gerais semanais.

Existe uma equipa para analisar e responder as sugestões e reclamações dos clientes, utilisando os postais rfs para resposta.

Todas as opiniões e criticas do pessoal laboral sao analisadas e consideradas importantes.

Depois de avaliada toda a informação é difundida por todos os sectores da empresa em documento interno a resoluçao dos problemas, este documento e autenticado por todos os entrevenientes.

Neste documento final há sempre um objectivo, que é sempre trabalhar com qualidade de serviço.

Ponto 2

Comunicação interna principios fundamentais

Suportes utilizados

-intranet

-e-mail

-Plataforma SMS

- Documento sempre autenticado pelos intervenientes

Ponto 3

comunicaçao externa tópicos essenciais

Neste tópico esta empresa utiliza diferentes plataformas de acção, como por exemplo, outdoors em que esta bem patente a imagem da empresa, é utilizado atraves de um protocolo com os ctt um mailling directo, dispõe de uma web site interactiva em que os clientes podem interagir com os vendedores, utiliza o JN para fazer a publicidade, patrocina equipas de futebol, e tem uma equipa de telemarkting para apurar o grau de satisfação dos clientes e a possivel venda de novos produtos.

The Office

Filed under: LAE

emoticon  emoticon

conclusão ao filme the office. Tema do filme (motivação) Na analise a este filme o nosso grupo (grupo 9) analisamos os seguintes aspectos: estilo/ postura conteudos instrumentos de apoio/suporte recursos tecnologicos adequação ao publico/ contexto outros aspectos pertinentes No primeiro ponto deparamos que o autor tentou ser diferente quer pela postura quer pelo estilo apresentados tendo em conta o enquadramento ao publico.

No ponto dois os conteudos apresentados estão desadequados para alem de estarem descontextualizados pelo facto de estes de basearem no seu egocentrismo.

Ao ponto tres analisamos que os instrumentos utilizados foram inuteis pois estes nao surtiram qualquer tipo de efeito ou reacção sobre o publico

Neste ponto denotou-se a ausencia de recursos tecnologicos.

Quanto a adequação ao publico e aos contextos por ele utilizados foram desenquadrados e nao atingiu o efeito desejado.

No fim da sua apresentação deparamos que no que concerne a auto-analise ficou patente que para ele foi uma excelente apresentação e que o publico gostou.

Concluindo de acordo com a nossa analise, ele nao se conseguiu abster do seu egocentrismo, nao atingindo o objectivo do tema que era a motivação do publico.

A evolução do conceito de Marketing

Filed under: FMKT

A palavra Marketing é muitas vezes relacionada com aquilo a que antigamente se chamada direcção de vendas que agora é designada por distribuição. Marketing não é sinónimo destes termos, indicando, pelo contrário, uma complexidade da comercialização, que se tornou comum nos últimos anos. Antes da Revolução Industrial, os comerciantes produziam mercadorias em pequenas quantidades para venda em comunidades bem definidas. Com a disponibilidade cada vez maior de maquinaria tornou-se possível, e aliás necessário, aumentar a produção a fim de pagar os custos de equipamento. Como a procura era limitada, o comerciante foi obrigado a viajar a outras comunidades à procura de encomendas.

O desenvolvimento e melhoramento constantes dos processos de fabrico tornaram necessários mercados ainda maiores. À medida que estes cresciam e a produção aumentava, o custo unitário de cada produto fabricado diminuiu em termos reais. Enquanto antigamente só os ricos podiam adquirir grande parte dos artigos, a redução do custo unitário e o aumento de salários dos consumidores permitiu a compra desses mesmos artigos pela maior parte da população. De facto, mesmo os mercados locais mostraram uma expansão considerável.

Durante a maior parte deste primeiro período industrial, não havia qualquer maneira de o consumidor identificar o fabricante. Escolhia a mercadoria que necessitava em função dos seus conhecimentos e experiência com o produto. Muitos artigos foram produzidos por fabricantes sem escrúpulos eram de baixa qualidade e, num esforço para proteger o crescimento da sua industria, os fornecedores começam a dar nomes aos artigos que produziam, indicando ao público que a mercadoria identificada com o seu nome tinha qualidade aceitável relativamente ao preço.

Com o aparecimento das marcas comerciais, os fabricantes e comerciantes compreenderam as oportunidades que se abriam para a colocação e promoção dos seus produtos. Começaram então a desenvolver-se a publicidade e as técnicas das vendas, nos termos em que hoje as conhecemos.

Imediatamente após o final da Segunda Guerra, a procura por parte do consumidor tornou-se praticamente insaciável. Depois de tantos anos de privação de grande parte dos artigos de primeira necessidade e outras comodidades, o publico estava ansioso por obter todos os produtos que encontrava. Durante vários anos, teria sido possível vender uma quantidade de artigos muito superior à que era de facto fabricada, qualquer que fosse o seu tipo. Neste período, as técnicas de promoção de vendas tornaram-se quase desnecessárias. Eram apenas usadas a fim de informar o público que estavam disponíveis os artigos de determinado fabricante, e onde poderiam ser adquiridos. Gradualmente, este mercado de vendedores diminuiu e as firmas que tinham estado sujeitas a uma pressão constante da procura verificaram não só que existiam muitas fontes alternativas do fornecimento, como ainda que os clientes se tornavam cada vez mais selectivos na escolha de artigos. Tornava-se necessário melhorar a qualidade. Quanto maior a satisfação era dada às exigências dos consumidores, mais os fabricantes verificavam que se tornava imperioso desenvolver novos mercados, para poderem sobreviver. E, de novo, havia necessidade de estimular a procura, não apenas no estrangeiro mas até para expandir o mercado doméstico.

Confrontados com um mercado muito selectivo, os fabricantes subiram as normas de qualidade, reviram a concepção e formulação dos seus produtos a fim de se adaptarem às maiores exigências do consumo, melhoraram a qualidade da literatura informativa e sublinharam os benefícios tangíveis que os seus produtos proporcionavam, em relação à concorrência. Facilitaram também a compra do consumidor melhorando os meios de distribuição e fornecendo serviços pós-venda satisfatórios. Voltaram a fazer-se sentir a necessidade de técnicas de comercialização. Grande parte da actividade de mercado consistia agora numa luta de marcas, desaparecendo praticamente os fenómenos de crescimento puro e simples.

Muitos executivos que não trabalham em Marketing põem em causa a validade dos gastos com esta actividade. O exercício do marketing constitui o elemento criativo da actividade comercial. Ele é o meio, por excelência, através do qual é obtido o rendimento da empresa. É uma parte integrante do negócio, e deve ser considerado, na atribuição dos custos, ao mesmo titulo que os processos de produção. Sem os gastos de marketing não há vendas; a produção torna-se desnecessária. Os custos de marketing, no balanço da empresa, dão origem a baixos níveis de preços que não poderiam ser obtidos sem recorrer às modernas técnicas de marketing.

 
Marketing, Kotler (adaptado)






















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